Alela Diane - Com um timbre de voz semelhante a Martha Wainwright torna-se uma cantora agradável e, não sendo deslumbrante tem músicas que resultam bem ao vivo. Destaque para toda a banda que vindos do Nevada, pareciam ter parado no tempo e ainda estarem a viver a época dos hippies.
Jesu - Uma das razões que me fez ir a Barcelona. Apesar de ser muito estranho, ver Jesu com um sol abrasador e em pleno dia, faixas como "Conqueror" e "Silver" até no deserto seriam agradáveis de ouvir. Grande concerto, apesar de ficar com a sensação que noutro tipo de ambiente, resultava muito melhor.
Michael Nyman - A clara desmonstração do porquê deste festival ser único. Colocar um artista clássico num ambiente eminentemente jovem e com um cartaz de música completamente oposto à de Michael Nyman, só poderia ser possível no Primavera. Ver o auditório cheio e a vibrar com Michael Nyman é fenomenal. Brilhante e uma das grandes recordações que trago deste dia.
Neil Young - Ao ver que seria semelhante ao concerto do ano passado no Optimus Alive, optei por ver grande parte do concerto através do ecrã. O cansaço não permitiu mais e a seguir precisava de energia para ver Sonic Youth nas plenas capacidades.
Sonic Youth - FINALMENTE! Tanto desejei por este momento. Sempre que os podia ver parecia que algo acontecia e estragava os meus planos. Grande concerto que serviu para apresentar algumas faixas novas, que resultam bem ao vivo, entre as quais a "Anti-Orgasm" que é um arraso. Depois de os ver pela primeira vez, só penso em presenciar novamente algo tão mágico e, pagava apenas para ver Thurston More a tocar.







